Câncer de Próstata é tema de encontro do IOS

"Reflexões sobre o Câncer de Próstata" foi o tema de mais um encontro de 'Atualização em Oncologia' do IOS. O evento aconteceu na terça-feira 14/03, em Sorocaba. O oncologista clínico de Campinas, Dr. Maurício Zuccolotto Baptista foi o médico convidado para abordar o assunto.

Dr. Gilson Delgado, diretor técnico do IOS fez a abertura do encontro e saudou os participantes, entre eles Dr. Carlos Moura e Dra. Letícia Nader (diretores do IOS), Dra. Gabriela Filgueiras e Dr. Frederico Rocha (oncologistas clínicos do IOS), Dr. Samir Nassar (Radiologista), além de médicos convidados e residentes.

Dr. Samir Nassar, do Centro Médico de Sorocaba falou  sobre ressonância magnética e demais métodos de imagens.

O evento foi uma realização do IOS em parceria com o Janssen Oncology e Centro Médico Sorocaba.

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Dr. Samir Nassar, Dra. Letícia Nader, Dr. Gilson Delgado, Dr. Maurício Zuccolotto, Dra. Gabriela Filgueira, Marco Aurélio (Janssen) e Dr. Carlos Moura

 

O câncer de Próstata no Brasil

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), no Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele não-melanoma). Em valores absolutos e considerando ambos os sexos é o quarto tipo mais comum e o segundo mais incidente entre os homens. A taxa de incidência é maior nos países desenvolvidos em comparação aos países em desenvolvimento.

Mais do que qualquer outro tipo, é considerado um câncer da terceira idade, já que cerca de três quartos dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos. O aumento observado nas taxas de incidência no Brasil pode ser parcialmente justificado pela evolução dos métodos diagnósticos (exames), pela melhoria na qualidade dos sistemas de informação do país e pelo aumento na expectativa de vida.

Alguns desses tumores podem crescer de forma rápida, espalhando-se para outros órgãos e podendo levar à morte. A grande maioria, porém, cresce de forma tão lenta (leva cerca de 15 anos para atingir 1 cm³ ) que não chega a dar sinais durante a vida e nem a ameaçar a saúde do homem.